"Frase de um agente publicitário: O problema não é convencer, mas manter viva a idéia de que aquilo é realmente necessário..."
Será que podemos criar um novo comportamento sem imitar?
Estavam todos eufóricos, mas diante de um grande impasse. O produto era revolucionário, mas havia um enorme problema, não tinha utilidade nenhuma, ou seja, não servia para nada; pelo menos nada que pudessem naquele momento vislumbrar. E o departamento de idéias foi chamado para ver se encontrava alguma utilidade para o objeto, e muitas reuniões e debates depois, nada se conseguiu.
“Isso não pode estar acontecendo”, comentou desolado o pesquisador chefe; “é um produto bonito, perfeito em formato e tamanho; vejam que beleza de desenho, e não serve para nada!”.
“Já sei" disse outro, "o departamento de publicidade pode nos ajudar a encontrar uma solução; eles são criativos, vão achar uma utilidade para isso.”. E todos concordaram. Foram então consultar o departamento, e a resposta foi simples e enfática: “Pode trazer; fabricar pode não ser um problema nosso, mas vender qualquer coisa, isso é!”.
Contente com a possibilidade, a comissão de cientistas ainda duvidou: “Olha que isso não é qualquer coisa, pode ser um desafio até para vocês”. E o chefe da publicidade riu e disse: “Somos movidos à desafios!” , e em seguida lembrou do famoso caso do aparelho de barbear a laser, capaz de remover de vez os pelos de qualquer pessoa. O problema é que sem pelos, não haveria mais a necessidade do usuário comprar o aparelho, o que o tornaria um objeto descartável, feito para ser usado uma vez apenas, constituindo um grande problema para a empresa. Mas bastou uma abordagem inteligente e foi um sucesso de vendas, que durava até os dias atuais.
E eles trouxeram o novo e revolucionário invento. E o chefe dos publicitários foi logo perguntando: “O que ele faz?“. “Nada, ele não faz absolutamente nada!” , disse o cientista chefe. Os publicitários se entreolharam por um instante, e depois de cada um examinar pessoalmente o pequeno acessório, comentaram: “É bonitinho. Mas não faz nada; quer dizer, não serve para nada mesmo?“. “Não” , foi o coro unânime dos cientistas. “Mas, se não serve para nada porque foi criado?”.
Aquela era uma pergunta interessante, uma vez que nenhum dos cientistas sabia responder de forma convincente. E um deles disse: “Foi criado, porque ninguém jamais havia criado antes um utilitário absolutamente sem função nenhuma!” . O chefe dos publicitários sorriu e disse: “Vai ser um sucesso de vendas!” . Os outros não conseguiam acreditar naquilo que acabavam de ouvir. Pensavam consigo mesmos; como uma coisa que não serve para nada pode se tornar um sucesso de vendas? Perguntaram então: “Estamos tão curiosos que, gostaríamos de acompanhar a elaboração da campanha. Podemos?”. “Claro que sim” , disse o outro, “afinal, vamos precisar de mais informações técnicas, sobre essa pequena maravilha capaz de não fazer nada!”.
A confiança do chefe da publicidade convenceu à todos. E no dia e hora marcada para início dos trabalhos, o inventor foi pessoalmente explicar sua criação à equipe publicitária. Ele disse:
“Como podem ver, é um aparelho pequeno, leve, fininho como um cartão de crédito, o que permite guardá-lo com facilidade em qualquer lugar. Mais ainda; é todo revestido de titânio prensado, última palavra em materiais duráveis. Assim, tem um tempo de vida útil estimado em 300 anos. É a prova de água, de fogo, de choques, de quedas, uma vez que não tem nada dentro, e portanto nada que possa ser danificado; e não usa bateria. Mas é uma grande descoberta de nossa equipe de inventores, especialmente a cor, que é uma cor inexistente...” . E antes que pudesse concluir, o chefe dos redatores completou: “É por isso que será um sucesso! E mais, ainda não precisa de baterias; perfeito!” . E ele explicou como fariam a abordagem.
“Vamos convencer as pessoas, das vantagens em se possuir um objeto que não serve para nada. Num mundo onde tudo tem uma utilidade, mesmo que não seja uma necessidade, este produto se destaca por não servir para absolutamente nada; é algo portanto, que ninguém ainda possui, diferente de tudo. Todos desejarão um. Depois convenceremos todos que possuir dois é melhor que um, para um caso de eventual perda acidental. Vamos enfatizar na campanha, que tal objeto é uma revolução na conduta do homem desse novo século. Um homem que já possui tudo, e que agora demonstra seu poder de transformação e desapego ao não desejar nada, pois é exatamente o que lhe proporcionará o objeto, nada!”.
Foi um espetacular sucesso, campanha, produto e as vendas. E aquela indústria precisou mesmo criar novas linhas de montagens, para atender os pedidos que não paravam de chegar. Novos modelos foram lançados, novas cores inexistentes, ou até existentes para atender as preferências de alguns grupos, e todos com a mesma característica que ajudou a torná-lo o objeto de desejo mais cobiçado do mundo; isto é, o fato de não servir para absolutamente nada.
Passados os anos, o mercado já saturado de tantos objetos de fazer nada, os “iNadas” como foram chamados, o departamento de publicidade é chamado para resolver uma nova questão: Como fazer para manter, ou mesmo incrementar o volume de vendas do produto. Eles sorriram e disseram:
“Isso é muito simples. Agora vamos incrementar qualquer coisa ao aparelho e anunciar que se trata de uma renovação daquilo que já era novo. Por exemplo, vamos acrescentar ao aparelho de fazer nada, botões coloridos que também não fazem nada, e pode ter certeza de uma coisa; o sucesso será maior que o modelo original”.
E foi!
Autor: Alberto S. Grimm
Veja mais detalhes sobre o autor nas notas abaixo.
email: alberto.grimm@gmail.com
Notas:
[1] Alberto S. Grimm, é escritor de histórias infantis, e agora nos presenteia com seus contos, como um eventual colaborador do Site de Dicas.
Os contos são bem humoradas fábulas modernas, das quais sempre podemos extrair formidáveis lições de vida, que muito favorece à reflexão.
http://sitededicas.uol.com.br/conto_r13.htm
segunda-feira, 29 de março de 2010
sábado, 12 de dezembro de 2009
OFICINA DE INTERDISCIPLINARIDADE
O tema dessa equipe foi muito interessante. hoje no meio educacional tem se discutido muito a essa questão. Como trabalha a interdisciplinaridade entre as várias disciplinas que o aluno tem. Acredito que tem que partir primeiramente do professor onde o mesmo tem que querer que ocorra essa relação entre as várias disciplinas sei também que requer o díalogo entre os professores para chegarem a um denominador comum que satisfaça a todos ou pelo menos a grande maioria. Trabalho em um projeto Governo Federal "MAIS EDUCAÇÃO" que visa uma educaçaõ integrada e na medida que possivél procuramos trabalhar em conjunto nas oficinas, uma que tem dado certo é a oficina de direitos humanos com a de meio ambiente. Nos esforçamos para tralharmos cada um em sua oficina contudo ultilizando o mesmo tema. E um processo que acontece aos poucos mais tem dado certo.
OFICINA DE INDICIPLINA
Gostei muito dessa oficina. As meninas conseguiram organizar muito bem a fundamentação teórica com os videos apresentado o que não deixo o trabalho cansativo para quem estava ouvindo e vendo a apresentação. Dentre as outras equipes essa foi a que mais se destacou em termo de fundamentação teórica realmente a epuipe trouxe questões importantes a serem debatidas a cerca da indiciplina; a aplicação do questionário para as equipes foi muito bom.
OFICINA DE LUDICIADE
Apresentação da equipe foi ótima, puder mim identificar bastante pois nesse dia pude participar ativamamente das atividades proposta pela equipe. Confesso que esse era o tema que desejava em primeiro momento ter tirado no sorteio. através dessa oficina pude perceber que a ludicidade não se resume em bricadeira e diversão para a criança mais que essa ludicidade vem acompanha de um próposito que requer que o educador esteja ciente do que está fazendo. Acredito que a ludicidade juntamente com a fundamentaçaõ teórica tem um papel de destaque para a aprendizagem do aluno.
Valeu muito a oficina............................
Valeu muito a oficina............................
sábado, 29 de agosto de 2009
SER PROFESSOR É GOSTA DO OUTRO: JUVANY VIANA
Ao ler esse texto pensei em o quanto sou fraca pois na grande maioria dessistir diante dos obstáculos é minha primeira reação afinal de contas as adivesidades e dificuldades nos trazem tristeza e decpção. Juvany é um exemplo de professora e de mulher. Como professora não qualificada segundo os padrões, sem a formação de pedagoga a qual permite a pssoa ensinar em uma escola entretando como uma experiência de sala de aula de dar "enveja" em muitas pessoas. Consegui estabelecer sua própria didática emetodologia de ensino que foi baseada na realdade de seus alunos e na sua pois a mesma no ínicio tinha que lcionar para várias criancas de séreis difrente. o que eu pude titar de aprendizagen desse texto o quanto o foco de Juvany era o seus alunos e sua preocupação na apredizagem dos mesmos, mediante uma relação carinhosa e afeiva. em quanto futura pedagoga espro visa sempre um ensino de qualidade usado de recursos e instrumento que sejam para uma melhor apredizagem dos alunos. professor como um facilitador do processo de aprndizagem.
O PAPEL DA DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR: CIPRIANO LUCKESI
Nossa como esse texto que foi dentre as opcões o que eu escolhi para ler, pois até, então não sabia ao certo do que se tratava a didática. Em minha idéia a didática se resumia merante ao fato do professor trazer para sala de aula instrumento didáticos como filme, apresentação em slide, dinâmicas que visassem um participação mais efetiva dos alunos. contudo lendo esse texto pude perceber o quanto minha visão estava reduzia acerca deste tema. primeirante tomei nota de que todos somos educadores desmetificando a idéia que só aqueles que lecionam que são educadores pois sempre estamos estabelecendo relações com outras pessoas. O educador não é detentor de todo os saberes o que deve o instigar sempre a "aprender" algo novo visando sempre o seu conhecimento. Algo interessante nesse texto é a questão levantada pelo autor sobre o educador como um ser não neutro. No decorre dos tempos a didatica foi sendo ultilizada para várias finalidaes um delas com instrumento de transmissão de valores em que visava transmitir os valores morais e aceitavél a sociedade, a outra como um facilitador para aprendizagem visando uma comprensão e aprendizagem com uma facilidade maior. A didática é cercada de questões e instrumento para qual visa o educando e a sua aprendizagem fato esse que é tema de seminarios, congressoso, conferencia nos dias de hoje sobre o papel da didática para a educação.
MINHA VIDA DE ESTUDANTE: SUELI CAMELO
A arte de escrever realmente não é fácil; ela exige muito daquele que a escrevem principalmente por ser uma escrita acadêmica.
Quando fui inserida na escola, foi em uma particular do meu bairro, que naquela época era bastante conceituada, haja vista que só as pessoas que tinha uma condição razoável matriculavam seus filhos. A direção da escola juntamente com os professores dava toda atenção e suporte ao aluno, mediante ao acompanhamento rigoroso desde o fardamento e desenvolvimento curricular do estudante. Estudei nessa escola até o 3 ano que hoje e considerado 4 ano por motivos financeiros, que acarretou para nossa família uma outra realidade econômica. Passamos de um modelo de vida que permitíamos ter certas regalias, para um orçamento pequeno que não comportava mais o nosso padrão de vida social inclusive manter-mi em uma escola particular. Passei a estudar em escola publica, sofri com a nova situação devido às grandes diferenças no ensino. Percebi que o proceder das escolas em relação ao aluno está relacionado em sua maioria ao valor social que ocupamos na sociedade; haja vista que essa posição determina em grande parte a forma como você é tratada no convívio escolar, no entanto não podemos ser indivíduos passivos a essa realidade. Percebi nessa escola que os pais depositavam toda sua confiança e esperança na escola, pois viam a oportunidade de seus filhos terem uma vida melhor que para os mesmos era proporcionado pelos estudos. As maiorias dos pais dos alunos não tiveram essa oportunidade por isso toda a preocupação com seus filho.Quando fiz o segundo grau foi em uma escola publica também, entretanto já estava adaptada ao ensino publico, embora essa nova escola fosse conceituada dentre as publicas que foi Colégio Mario Augusto Teixeira de Freitas na qual tive a oportunidade de encontra excelentes professores que eram capacitados mediante ao um currículo notável, que era expresso na sala de aula através de um embalsamento teórico e pratico ministrado durante as aulas. Nesse período pude observar que à grande maioria eram da classe popular e que existiam as diferenças; que foram sendo percebidas através do falar, o comportamento em publico dentre outras atitudes que nos diferenciam enquanto pessoas.Minha escolha em ser tornar uma pedagoga se deu por motivos pessoais, embora a familiar estimasse que fosse uma advogada. Minha mãe não teve oportunidade de se tornar uma, mediante a sua não realização via em mim essa possibilidade.Pleitear ingressa na Universidade Federal da Bahia demandou da minha pessoa esforço e tempo para estudar, assimilar, compreender e aprender acerca dos conteúdos proposto á serem estudado. Prestei vestibular três vezes, confesso que a primeira tentativa foi sem compromisso tinha acabado de concluir o segundo grau e a preparação quase não houver. Porém as outras investidas foram de forma consciente pois sentia-me preparada e apta para ingressar na faculdade, no entanto isso no ocorreu no ano de 2008. 2.
As primeiras experiências enquanto estudante da UFBA causou temores. Um ambiente novo requer uma adaptação nova às normas da faculdade e convívio com o sujeito. Algo observável na universidade é o individualismo das pessoas em que o “outro” muitas vezes deixa de existir, a competitividade termina com o respeito, aos indivíduos que deve regir a sociedade. Passa-se a enxergar o “outro” como um concorrente direto para o mercado de trabalho, então as disputas iniciam-se pelas maiores notas, apresentação de seminários fabulosos, participação nas aulas dentre outros detalhes. Contudo a universidade busca formar homens formadores de opinião, para qual após concluírem sua graduação saiam pessoas aptas para o mercado de trabalho e consciente de seu papel na sociedade.
A escolha do destino de cada um tem ocorrer mediante escolhas pessoais em que levara a atingir seus objetivos. Escolher que caminho seguir como seguir e para que; realmente não seja algo fácil porque essas escolhas influenciam diretamente nossas vidas e também a família. Como futura pedagoga penso e acredito que a educação é um processo continuo que possibilita o individuo ter conhecimentos acerca de vários saberes e que esse conhecimento adquirido tanto na escola ou fora desse âmbito contribui para a sua formação intelectual.
Quando fui inserida na escola, foi em uma particular do meu bairro, que naquela época era bastante conceituada, haja vista que só as pessoas que tinha uma condição razoável matriculavam seus filhos. A direção da escola juntamente com os professores dava toda atenção e suporte ao aluno, mediante ao acompanhamento rigoroso desde o fardamento e desenvolvimento curricular do estudante. Estudei nessa escola até o 3 ano que hoje e considerado 4 ano por motivos financeiros, que acarretou para nossa família uma outra realidade econômica. Passamos de um modelo de vida que permitíamos ter certas regalias, para um orçamento pequeno que não comportava mais o nosso padrão de vida social inclusive manter-mi em uma escola particular. Passei a estudar em escola publica, sofri com a nova situação devido às grandes diferenças no ensino. Percebi que o proceder das escolas em relação ao aluno está relacionado em sua maioria ao valor social que ocupamos na sociedade; haja vista que essa posição determina em grande parte a forma como você é tratada no convívio escolar, no entanto não podemos ser indivíduos passivos a essa realidade. Percebi nessa escola que os pais depositavam toda sua confiança e esperança na escola, pois viam a oportunidade de seus filhos terem uma vida melhor que para os mesmos era proporcionado pelos estudos. As maiorias dos pais dos alunos não tiveram essa oportunidade por isso toda a preocupação com seus filho.Quando fiz o segundo grau foi em uma escola publica também, entretanto já estava adaptada ao ensino publico, embora essa nova escola fosse conceituada dentre as publicas que foi Colégio Mario Augusto Teixeira de Freitas na qual tive a oportunidade de encontra excelentes professores que eram capacitados mediante ao um currículo notável, que era expresso na sala de aula através de um embalsamento teórico e pratico ministrado durante as aulas. Nesse período pude observar que à grande maioria eram da classe popular e que existiam as diferenças; que foram sendo percebidas através do falar, o comportamento em publico dentre outras atitudes que nos diferenciam enquanto pessoas.Minha escolha em ser tornar uma pedagoga se deu por motivos pessoais, embora a familiar estimasse que fosse uma advogada. Minha mãe não teve oportunidade de se tornar uma, mediante a sua não realização via em mim essa possibilidade.Pleitear ingressa na Universidade Federal da Bahia demandou da minha pessoa esforço e tempo para estudar, assimilar, compreender e aprender acerca dos conteúdos proposto á serem estudado. Prestei vestibular três vezes, confesso que a primeira tentativa foi sem compromisso tinha acabado de concluir o segundo grau e a preparação quase não houver. Porém as outras investidas foram de forma consciente pois sentia-me preparada e apta para ingressar na faculdade, no entanto isso no ocorreu no ano de 2008. 2.
As primeiras experiências enquanto estudante da UFBA causou temores. Um ambiente novo requer uma adaptação nova às normas da faculdade e convívio com o sujeito. Algo observável na universidade é o individualismo das pessoas em que o “outro” muitas vezes deixa de existir, a competitividade termina com o respeito, aos indivíduos que deve regir a sociedade. Passa-se a enxergar o “outro” como um concorrente direto para o mercado de trabalho, então as disputas iniciam-se pelas maiores notas, apresentação de seminários fabulosos, participação nas aulas dentre outros detalhes. Contudo a universidade busca formar homens formadores de opinião, para qual após concluírem sua graduação saiam pessoas aptas para o mercado de trabalho e consciente de seu papel na sociedade.
A escolha do destino de cada um tem ocorrer mediante escolhas pessoais em que levara a atingir seus objetivos. Escolher que caminho seguir como seguir e para que; realmente não seja algo fácil porque essas escolhas influenciam diretamente nossas vidas e também a família. Como futura pedagoga penso e acredito que a educação é um processo continuo que possibilita o individuo ter conhecimentos acerca de vários saberes e que esse conhecimento adquirido tanto na escola ou fora desse âmbito contribui para a sua formação intelectual.
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